segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Durante toda essa semana acompanhando as notícias internacionais sobre a Pandemia, cheguei a uma opinião sobre o COVID-19, que tão mortal quanto o vírus, foi a obrigatoriedade do silêncio que nos foi imposto. A tragédia da Covid levou milhões de vidas, uma marca irreparável na história da humanidade.
Mas deixou outra marca, igualmente perigosa.
Questionar virou crime.
Perguntar sobre lockdown. Perguntar sobre máscaras. Perguntar sobre o fechamento. do comércio e das escolas. Perguntar sobre vacinas. Perguntar sobre tratamentos, distanciamentos, isolamentos.. Perguntar sobre a origem do vírus.
Quem perguntava era rotulado.
"Negacionista".
"Anticiência".
"Assassino".
"Genocida".
Médicos foram perseguidos. Pessoas "antivacinas" foram massacradas pela opinião pública. Profissionais perderam empregos. Muitos foram censurados.  Famílias foram divididas.
O debate saudável foi substituído pela intimidação física, criminal e psicológica. Não foi permitido discordar. E se alguém discordasse, era perseguido. Agora, anos depois, vieram investigações, documentos, e-mails, audiências públicas e revisões de decisões que antes eram apresentadas como verdades absolutas. Questões antes proibidas passaram a ser discutidas até por quem dizia que elas nem poderiam ser levantadas. E hoje descobriram que tudo aquilo não passou de um teste, um teatro, uma farsa, uma fraude. Descobrimos que cloroquina e ivermectina poderiam ter salvado mais vidas. Descobrimos que o mais matou foi o medo, a ansiedade, o terrorismo e o isolamento... 
Descobrimos que aquelas vacinas mataram tanto quanto o próprio vírus. Descobrimos que aquelas vacinas continuam matando. 
E por aqui, no Brasil, temos a certeza de que não se falará sobre isso, pois a pauta da farsa é extremamente negativa ao sistema que comanda e paga a imprensa. Isso não significa que todos os críticos estavam certos. Nem que todas as decisões tomadas durante a pandemia foram erradas. Mas significa que a ciência nunca deveria ter medo de responder perguntas. E, principalmente, o jornalismo nunca deveria ter medo de fazê-las.
Quando a imprensa troca o dever de fiscalizar e informar pelo conforto de repetir a versão oficial, ela deixa de cumprir sua maior missão. O papel do jornalismo não é proteger governos, autoridades ou especialistas. É proteger a verdade.
Porque governos erram.
Especialistas erram.
Cientistas erram.
Jornalistas erram.
E justamente por isso, nenhum deles pode estar acima do questionamento. Penso, que a maior lição da pandemia talvez não seja sobre um vírus. Seja sobre liberdade.
Porque uma sociedade começa a adoecer quando as pessoas deixam de ter medo da mentira e passam a ter medo de fazer perguntas. O vírus foi embora. Mas ficou uma cicatriz eterna. 
A cicatriz da obediência cega. A cicatriz do silêncio mortal.
E a terrível cicatriz de descobrir que há homens de poder que celebram a morte de sua gente, apenas para se perpetuarem no poder. ____Cleonio Dourado ✔




 

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