quarta-feira, 24 de junho de 2026

Quando o sertanejo vira a grande evidência do São João, alguma coisa se perde. Não porque o novo não possa chegar, mas porque toda festa tem uma alma, uma história, um lugar de onde veio.
O São João tem raiz própria. Tem identidade, tem memória, tem o som que fez muita gente dançar antes mesmo das grandes estruturas aparecerem. O novo pode vir. Pode alegrar. Pode fazer parte. Só não pode ocupar tanto espaço a ponto de fazer o forró raiz virar lembrança distante.
✍️ Neidinha Borges


 

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