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A nova Caderneta Brasileira da Gestante, em versão digital, do Ministério da Saúde do governo federal traz a expressão ⚠️ “pessoas que gestam” ao invés de mulheres ou grávidas, informações com sugestões ao aborto às grávidas e orientações sobre direitos de “pessoas trans”, isto é, pessoas que se identificam com o sexo oposto.
Ainda segundo o Ministério da Saúde, esse documento “traz novidades como informações de cidadania, incluindo saúde mental, luto materno e violência obstétrica”.
O livreto foi lançado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em 12 de maio, durante um evento na Maternidade
Escola da UFRJ/HU Brasil, no Rio de Janeiro.
“A gestante passa a ter esse instrumento para levar na maternidade, exigir que seja feito (o plano de parto), porque é uma orientação do Ministério da Saúde que o profissional oriente essa gestante, ouça a gestante daquilo que ela quer durante todo o parto. Tem orientações também sobre como perceber sinais de violência obstétrica, isso é muito importante para que essa gestante, junto com a acompanhante, possa denunciar uma situação como essa”, disse Padilha.
⚠️ Na nova caderneta, a expressão “pessoas que gestam” aparece pelo menos três vezes ao longo do documento. Em uma das passagens, o texto afirma que “esta Caderneta integra a Rede Alyne e reafirma o compromisso do SUS com o cuidado humanizado, a redução das desigualdades e a proteção da vida de todas as mulheres e pessoas que gestam, em todos os territórios do Brasil”.
👉 “Chamam mães de ‘pessoas que gestam’ e colocam aborto na caderneta da gestante”, disse o infectologista Francisco Cardoso, Conselheiro Federal de Medicina por São Paulo em suas redes sociais. “O Ministério da Saúde virou comitê ideológico. Isso é um ataque direto à maternidade, à mulher e à vida. Grávida é mãe.
E bebê não é lixo hospitalar”.

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