Podem nos chamar de ultrapassados.
Podem nos chamar de retrógrados.
Podem rir da palavra “família” como se ela fosse uma peça de museu. Mas seguimos sendo felizes dentro dela.
Enquanto alguns gritam nas ruas contra nós, nós aprendemos a gritar menos e cuidar mais. Enquanto ideologias tentam desconstruir o que é simples, nós reconstruímos todos os dias: pai, mãe, filhos, responsabilidade, presença, limites, afeto.
A esquerda diz que a família tradicional é um atraso histórico. Nós dizemos que ela é um abrigo moral. Não é perfeita. Nunca foi.
Mas é nela que se aprende a respeitar o outro, a dividir o pão, a pedir perdão, a trabalhar, a não desistir. O mundo parece enlouquecido. E o demônio sorri buscando o caos. Mas em casa, há silêncio, abraço e proteção. Sei que em muitas casas, infelizmente não é assim. Reflexo do caos do mundo que entra pelas frestas e se aloja nos corações e nas cabeças.
Hoje tentam nos convencer de que ser pai é opressão, que ser mãe é submissão, que criar filhos é um fardo. Mas quem vive dentro de uma família sabe o tanto de amor e entrega que há envolvido. Querem trocar histórias por momentos. Querem trocar amor por prazer. Querem trocar educação por ideologia. Mas nós, que escolhemos o contrário, somos felizes neste ato de resistência. Chamam isso de conservadorismo. Nós chamamos de família. Não precisamos destruir o mundo para nos sentirmos livres. Precisamos apenas preservar o que sempre sustentou a humanidade. Amor, disciplina, proteção, paia, mães, filhos e Deus.
Enquanto a esquerda insiste em dizer que sou ultrapassado, sigo transformando filhos em pessoas de bem e não em massas de manobra. Sigo ensinando valores duradouros, não liberdades passageiras. Seguimos sendo felizes onde eles veem problema.
E talvez isso seja o que mais incomoda.
A família tradiciona sempre permanece.
Cleonio Dourado 💙


Nenhum comentário:
Postar um comentário