sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Na visão espírita, a partida precoce de uma criança não é um fim, mas uma interrupção na jornada terrena do Espírito. 
Longe de ser um castigo, essa experiência dolorosa para os pais frequentemente serve a propósitos educativos e evolutivos para todos os envolvidos. O Espírito da criança, já com sua individualidade e consciência, pode ter cumprido um programa de vida abreviado, talvez para resgates rápidos, para despertar sentimentos de amor e resignação nos que ficam, ou para se preparar para futuras reencarnações. O Espiritismo oferece consolo ao revelar que a morte não existe para o Espírito. A criança que parte cedo continua sua existência no Plano Espiritual, amparada e desenvolvendo-se. Os laços de amor que a unem à família permanecem intactos, transcendo a barreira física. O carinho, as orações e o desejo de felicidade dos pais chegam até ela, fortalecendo esse vínculo e auxiliando em sua adaptação no novo Plano, enquanto para os que ficam, a dor se transforma gradualmente em saudade e, eventualmente, em uma profunda compreensão da imortalidade da alma e do Amor Divino.
Letra Espírita
Espalhando a Doutrina Espírita


 

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