Lampião foi um ladrão violento, assassino cruel, criminoso sexual e símbolo do colapso do Estado Brasileiro no sertão nordestino.
Quando um presidente cita Lampião para provocar um adversário político, ele revela muito sobre si mesmo. Transformar um nome ligado a roubo e crueldade em piada política é normalizar a brutalidade como linguagem de poder. O Brasil não precisa de presidentes que flertem com acenos à guerra e figuras da violência, mas de líderes que respeitem a história e o sofrimento do povo nordestino. Um governante que usa o sarcasmo em vez da responsabilidade governa pelo conflito e não pela construção. A retórica do deboche é irmã da intolerância, e a intolerância é sempre o primeiro degrau da tirania. A violência simbólica e a porta de entrada para a violência real. A política brasileira não pode continuar sendo um palco onde o passado criminoso vira piada e o futuro vira promessa vazia. Um país sério exige palavras sérias. Porque quando o chefe da nação fala como provocador, ele governa como divisionista. Com seu discurso sempre agressivo, Lula parece querer incendiar o povo para o confronto, com discursos incendiados de ódio e agressividade. Sempre a mesma narrativa do "nós contra eles" do "rico contra pobres" da "direita contra esquerda", sempre flertando com o autoritarismos e ditaduras. Sei de uma coisa...Toda nação dividida adoece.
Todo país dividido, perde.
Mas, parece que é justamente isso que ele quer:
Roubar o futuro do nossos filhos.
E roubar o pouco que ainda nos resta.
Cleonio Dourado ✔

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