A escola de samba que transformou a avenida em palanque para prestar homenagem a Lula, não conquistou o público,
conquistou apenas notas baixas e rebaixamento.
Caiu não por perseguição. Caiu por desempenho fraco.
Uma comissão de frente confusa, um enredo mentiroso, uma bateria perdida, um enredo arrastado e pesado.
Um desfile igual o homenageado.
Aposta no aplauso. Em todo lugar é vaiado.
Quando o enredo é fraco, a escola cai.
Quando a política é fraca, quem cai é o presidente.
O Carnaval ensinou uma lição que Lula insiste em ignorar: Não basta dizer que é popular, é preciso ser. Não basta dizer que representa o povo, é preciso representar de verdade. E talvez a queda do Lula na escola não seja apenas um tropeço artístico, mas uma profecia. No Carnaval, a escola desceu de grupo.
Na política, vamos mudar de voto pro Brasil não descer junto.
Cleonio Dourado 🤎

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