Tudo passa, inclusive as versões que você já foi.
Cada fase chega com um propósito, ensina o que precisa ser aprendido e, quando cumpre seu papel, se transforma em memória, experiência e sabedoria. Nada é desperdiçado no caminho da alma. A infância constrói a base, a juventude experimenta, a maturidade aprofunda, a velhice integra. E quando o corpo se cansa, o espírito não acaba, ele se expande. A vida não termina, ela muda de forma, muda de plano, muda de linguagem.
Apegar-se demais a uma fase é tentar congelar o fluxo natural da existência. Confiar é permitir que o ciclo siga, com gratidão pelo que foi e serenidade pelo que vem. Porque tudo é transitório, mas o que você viveu com verdade permanece na essência.

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