segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

“O Senhor trovejou nos céus; o Altíssimo fez soar a sua voz, com relâmpagos e estrondos.” (Salmos 18:13)
Quando o raio rasga o céu com luz e som, não traz medo, traz um sinal. Há um guerra celestial. Deus é tremendo e faz terra tremer quando a consciência dos cristãos desperta. O raio que cai sobre a multidão que caminha com fé, não é apenas tempestade, é um aviso. Quando homens e mulheres se levantam por aquilo em que acreditam, o céu também se move. Não como castigo, mas como lembrança de que nenhuma luta por justiça é pequena demais para o poder de Deus. O clarão no céu não apagou passos.
Mas a Espada do Arcanjo Miguel Iluminou caminhos.
Mostrou que existe uma guerra silenciosa entre a acomodação e a coragem, entre o medo e a esperança, entre o joelho dobrado ao sistema e a coluna erguida pela liberdade. Os poetas sempre souberam que há momentos em que o trovão é a resposta a oração. A caminhada do Nikolas provou que não era um homem andando, era um povo despertando. Se parte do mundo viu tempestade e inundação, a minha fé vê uma nova travessia do mar vermelho. Se muitos enxergam caos, castigo e comemoram os feridos, outros reconhecem milagre, graça e misericórdia.
Quando a injustiça na terra se torna rotina, o céu se pronuncia em som força e luz. Que o raio seja lembrado como símbolo. Símbolo de que Deus vive e a esperança ainda provoca o universo. Símbolo de que a democracia não está nos gabinetes, mas no povo cansado que não desiste. Símbolo de que Deus não habita palácios, mas a rua onde o povo caminha. A grande mudança começa quando alguém decide não ter mais medo do barulho da tempestade. E enquanto houver quem caminhe com objetivo, oração e fé, o trovão será a voz de Deus e a luz será sinal de esperança. Avante Brasil!
Cleonio Dourado 🔰


 

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