domingo, 4 de janeiro de 2026

Já reparou que, quando Lula fala em “soberania”, o sujeito da frase nunca é o povo? Soberania, em seu discurso cheio de mentiras, parece ser sempre a do Governante, a do aliado ditador, bilionário e autoritário que controla tudo e todos.
Nunca pensa no povo.
Nunca escuta a voz das ruas.
Nunca pensa na nação. 
Ele não fala da soberania do cidadão que trabalha, paga impostos e exige serviços decentes. Pro PT o que vale é a soberania de quem manda, de quem negocia poder entre palácios e ideologias. O povo entra apenas como retórica, como cenário conveniente, como utilidade, como voto de cabresto. Porque soberania de verdade começa no indivíduo livre, trabalhando, informado, alimentado, não censurado e respeitado e isso, para o seu projeto de poder, é justamente o que mais incomoda. Pois, ele precisa do povo pobre, desempregado, vivendo de Bolsa-família, censurado e na pobreza pra poder se manter no trono da "sua soberania". 
No fim, o discurso da soberania vira um álibi elegante para justificar abusos, silêncios seletivos e alianças constrangedoras. Ele defende a “não intervenção” quando seus amigos ditadores esmagam seus povos, mas exige respeito a soberania interna em nome de um projeto que nunca é plenamente concluído, fica apenas nas promessas vazias e nunca cumpridas, que o povo é obrigado a aceitar. Lula é o tipo de soberano que não sai as ruas, nunca está no meio do povo, não vai nas cidades, não fala com o cidadão comum e nunca entra na casa do pobre. Lula só está onde há luxo e riqueza, ama palácios, artistas e gente milionária. Ele só discursa em eventos cheio de pompa e seguranças com entrada controlada. Lula gosta mesmo é da soberania sem povo, da pátria sem cidadãos, de estar no poder falando em nome de todos, para não ter de ouvir ninguém. A palavra "soberania" jamais deveria ser usada sem pensar no povo. E o PT sempre a usa.
Pensando apenas no próprio poder.
Cleonio Dourado ✔


 

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