Muitas vezes, na ânsia de sermos aceitos, tentamos nos encaixar em moldes que não foram feitos para nós. Abrimos mão da nossa essência para caber em espaços que nos apertam a alma.
Mas há uma diferença profunda entre se adaptar e se anular. Viver para ser é abraçar quem realmente somos, com nossas imperfeições e brilhos únicos. É encontrar liberdade na autenticidade e força na vulnerabilidade. É quando deixamos de nos esconder para, enfim, florescer.

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